A primeira referência à máquina de escrever se encontra na patente concedida pela rainha Ana da Inglaterra ao engenheiro Henry Mill, em 1714, cujo modelo nunca foi construído. Em 1784 foi proposta uma máquina de escrever para cegos. A primeira patente americana (1829) é de William Austin Burt, de Detroit, mas em 1833 o francês Xavier Progin, de Marselha, apresentou um invento que utilizava barras de tipo, com uma alavanca para cada letra. Somente em 1867 chegou-se a uma versão prática e adequada para fabricação em escala industrial, graças aos trabalhos de Cristopher Sholes, Carlos Glidden e Samuel Soulé.
Em 1873, os inventores firmaram contrato com a E. Remington & Sons, fabricante de armas de Nova York, e a máquina começou a ser comercializada no ano seguinte. Essa versão apresentava a maior parte dos princípios da máquina moderna. Em 1920, J.E. Smathers inventou a máquina elétrica, mais veloz e de teclado mais leve. Posteriormente, surgiu o sistema de esferas móveis de tipos, que dispensam o carro móvel.
A etapa seguinte da evolução foi a máquina eletrônica, que funciona à base de um circuito transistorizado, é dotada de memória e utiliza um elemento de impressão tipo margarida, em que os caracteres se encontram nas extremidades de hastes dispostas em forma de flor. Além de ter velocidade e leveza de teclado superiores às da máquina elétrica, é capaz de centralizar, sublinhar e registrar negrito automaticamente. Por meio de uma placa, pode ser ligada a um computador e funcionar como impressora.





















